Líderes do governo no Congresso se disseram surpresos com o resultado de 42 votos contrários e 34 favoráveis
O ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos, foi um dos primeiros membros do governo Lula a criticar a rejeição pelo Senado da indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF).
“A aliança entre bolsonarismo e chantagem política venceu na rejeição ao nome de Jorge Messias ao STF. O Senado sai menor desse episódio lamentável”, disse o ministro, em uma rede social.
O líder do governo no Senado, o senador Jaques Wagner (PT-BA) disse que recebeu o placar, de 42 votos contrários e 34 favoráveis, com “surpresa”. “Cada um vota como quer”, afirmou, em entrevista ao portal G1.
Já o líder do governo no Congresso, senador Randolfe Rodrigues (PT-AP), atribuiu a derrota à “pressão do processo eleitoral” e disse que Lula vai realizar nova indicação. “Era natural que a votação fosse apertada em qualquer tipo de indicação. Essa é a circunstância do Senado atualmente, diante dessa polarização e sobretudo pelo processo eleitoral”, disse.







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