A concepção grega do trágico não era a de um simples sofrimento vão, mas a de uma revelação. A beleza (to kalón) não residia na harmonia estática, mas na intensidade da luta contra os limites, os do destino (moira), da hybris (desequilíbrio) e da...
A concepção grega do trágico não era a de um simples sofrimento vão, mas a de uma revelação. A beleza (to kalón) não residia na harmonia estática, mas na intensidade da luta contra os limites, os do destino (moira), da hybris (desequilíbrio) e da...