Não está claro como Trump planeja supervisionar a Venezuela. Apesar de uma dramática operação noturna que capturou Maduro, as forças americanas não têm controle sobre o país, e o governo de Maduro parece ainda estar no poder.
Os Estados Unidos realizaram ataques aéreos durante a noite de sexta-feira para sábado em Caracas, a capital da Venezuela. O presidente venezuelano, Nicolás Maduro, foi “capturado e retirado” do país. O presidente americano comentou a operação durante uma coletiva de imprensa em Mar-a-Lago, Flórida.
Principais pontos
Os Estados Unidos realizaram ataques aéreos durante a noite de sexta-feira, 2 de janeiro, para sábado, 3 de janeiro, em Caracas, a capital da Venezuela. O presidente venezuelano, Nicolás Maduro, foi “capturado e retirado” do país. Ele está a caminho de Nova York a bordo do navio de guerra USS Iwo Jima. O casal Maduro terá que responder por acusações de tráfico de drogas.
O presidente dos EUA, Donald Trump, falou em uma coletiva de imprensa sobre a operação em Mar-a-Lago, na Flórida. Ele afirmou que os Estados Unidos “liderariam” a Venezuela até que uma transição política “segura” pudesse ocorrer.
Rússia, Irã e Cuba condenaram veementemente a operação militar dos EUA. A China também condenou a operação americana. O secretário-geral da ONU expressou preocupação com o “respeito ao direito internacional”. A França declarou que “nenhuma solução política duradoura pode ser imposta de fora” à Venezuela. A União Europeia pediu, no sábado, o respeito ao direito internacional na Venezuela e reiterou seu compromisso com uma transição democrática e pacífica.
Nas Américas, a Colômbia denunciou a operação, assim como o presidente brasileiro Lula. O presidente argentino, Javier Milei, acolheu com entusiasmo os ataques americanos.










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