Reajuste entrou em vigor no primeiro dia do ano. Segundo governo Tarcísio de Freitas, índice atualiza a inflação em 16 meses
Enquanto falta água nas torneiras, o consumidor passa a pagar conta mais alta em São Paulo. A tarifa básica cobrada pela Sabesp sofreu um reajuste de 6,11% a partir do 1° dia do ano de 2026.
Segundo a gestão do governador Tarcísio de Freitas, o aumento equivale à correção da inflação nos últimos 16 meses, período usado como referência desde a privatização da empresa. Para uma conta de água da tarifa residencial com consumo de 11m3 a 20m3, o custo de mil litros sai de R$ 6,01 e passa a ser de R$ 6,40 por m3.
Antes do processo de privatização, o governador declarou que a tarifa da companhia não iria aumentar para a população. Depois, durante a privatização, mudou o discurso e disse que a cobrança não aumentaria além de um índice de referência, projetado em contrato, que simula como seria a tarifa da Sabesp ao longo dos anos caso ela permanecesse estatizada.
“A deliberação dos novos valores, feita pela Agência Reguladora de Serviços Públicos do Estado de São Paulo (Arsesp), prevê somente a reposição inflacionária do IPCA acumulado entre julho de 2024 e outubro de 2025, de 6,11%, sem aumento real para o consumidor”, afirmou a gestão, em nota.







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