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Rogério Lins, Emidio e Lindoso estão empatados tecnicamente, aponta pesquisa

Pesquisa
portalregiaooeste
maio09/ 2019

De acordo com pesquisa realizada pelo Instituto ABC Dados na cidade de Osasco, com margem de erro de 4,5 pontos percentuais para mais ou para menos, onde foram ouvidos eleitores de 6 regiões (nordeste, noroeste, centro, sul, sudeste e sudoeste) divididos por idade, sexo, renda e escolaridade, se a eleição fosse hoje, o prefeito Rogério Lins, do Podemos, teria menos votos do que teve no primeiro turno de 2016.

Vejamos alguns dados: quando perguntado espontaneamente “se a eleição fosse hoje em quem o senhor votaria” 83,8% dos eleitores de Osasco não tem candidato ou votariam em Branco ou nulo. Dos que têm candidato, 6,8% votariam em Rogério Lins, 4,0% Dr. Lindoso, 2,6% Emidio e 2,8% em outros. Esse número se completa quando se pergunta “quem é a maior liderança política de Osasco?” ficando assim distribuído as escolhas: Rogério Lins 7,2%, Lindoso 4,0%, Emidio 3,4%, Rossi 2,4% e outros com menores percentuais. Ou seja: o Prefeito Rogerio Lins não se constituiu como liderança da cidade e não é opção espontânea para Prefeito

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Num cenário com 4 candidatos, estimuladamente, obtivemos o seguinte resultado: Rogério Lins 21%, Emídio 18%, Dr. Lindoso 16% e Alexandre Bussab 2%. Neste cenário, 26% responderam que votariam em Branco ou Nulo e 16% não responderam.

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Vale reparar, para efeito de analise, os números correspondentes a rejeição dos candidatos: quando o entrevistador pergunta ao munícipe “em qual desses candidatos o senhor NÃO votaria de jeito nenhum?” mostrando um disco com 10 nomes, a resposta coloca em primeiro lugar Emidio com 26%, seguido de Rogério Lins 21%, Ana Paula Rossi e Valmir Prascidelli com 4%, Dr. Lindoso, Alexandre Bussab e Dr. Gaspar 2% e Gelso Lima, Ralph e André Sacco com 1%. “Nenhum” 14% e “Não souberam responder” 22%. Essa resposta é única e objetiva.

Para entender as motivações para tal rejeição foi perguntado ao morador de Osasco o “por que NÃO votaria nesses candidatos”. Vejamos para os dois mais rejeitados e mais relevantes: Rogério Lins tem 29 motivos que os eleitores elencam para não receber votos e Emidio tem 21. Destacam-se os seguintes: para não votar em Emidio 21,1% justifica por ele “ser do PT”, depois 20,3% “não fez nada”, 9,4% “corrupto”, 5,5% “não cumpre as promessas”, 5,5% “má administração” e 3,9% “foi um péssimo prefeito”.

Já para Rogério Lins 28,3% não votariam nele porque “não fez nada”, 7,5% “não cumpre as promessas”, 6,6% “corrupto”, 4,7% “não fez nada pela cidade” e 3,8% “má administração”.

Algumas razões aparecem quando pesquisado os atributos pessoais de Rogério Lins. 51% acham que o prefeito não trabalha muito, enquanto 23% acham que ele trabalha muito.

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53% dizem que ele não cumpre o que promete e 22% acham que ele está cumprindo. 42% acham que ele é desonesto e 21% acham que ele é honesto (37% não souberam responder). 44% acham que ele não é sincero e 25% acham que ele é sincero. 37% falam que ele é corrupto e 22% não (41% não souberam responder). 45% não confiam em Rogério Lins e 22% confiam.

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Por fim, quando perguntado “o que o prefeito Rogério Lins fez de melhor nesses dois últimos anos de governo?”, 81,6% “não souberam responder” ou disseram que ele “não fez nada”. De positivo o item mais lembrado foi creche (4,0%), melhorou segurança (1,8%) e hospital veterinário (1,4%).

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Nesse quadro o entrevistado é chamado a responder se o prefeito Rogério Lins “renovou Osasco” visto ter sido esse o slogan da campanha de 2016. 76% responderam que “não renovou” e 18% diz que “renovou”.

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Da combinação dos dados coletados parece que a situação do Prefeito Rogerio Lins é muito difícil, estando o povo de Osasco na expectativa de encontrar alguém que possa despertar seu interesse em ver uma Osasco olhando para o futuro.

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