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Protestos e intervenção da Guarda Municipal marcam concurso em Osasco

cocnurso
portalregiaooeste
novembro20/ 2017

 

Um grande número de candidatos não conseguiu fazer a prova do processo seletivo da Prefeitura de Osasco, no domingo, 19. O motivo seria um erro na divulgação dos locais onde estes candidatos deveriam comparecer. A Imprensa Oficial de Osasco, no dia 7 de novembro, divulgou uma lista com os 39 locais das provas. Segundo relatos, ao chegarem nos pontos indicados muitas pessoas descobriram que, na verdade, seus nomes estavam na lista de outra escola. Até agora, estes problemas foram constatados em pelo menos dois locais: FITO e EMEF Quintino Bocaiúva.

A confusão gerou revolta e tumulto. Na Quintino Bocaiúva, no Jardim Novo Osasco, a desorganização foi tamanha que teria causado até o cancelamento da prova. Com gritos e muitas reclamações, os candidatos exigiam a presença do prefeito de Osasco, Rogério Lins.

Na Fito a situação teria sido ainda tensa, com a presença até da Guarda Municipal para conter aqueles que protestavam. Por falta de provas, neste local os candidatos também não teriam conseguido participar do concurso. O principal problema, segundo informações, seria para quem concorria a uma vaga de Agente de Saúde.

Na lista divulgada pela prefeitura, no dia 7, havia o nome de cada candidato, RG, número da inscrição, o local e o horário da prova. Ao todo, 21.781 pessoas se inscreveram para concorrer a 491 vagas (Agente Comunitário de Saúde, Agente de Combate às Endemias, Rádio Operador, Telefonista Auxiliar de Regulação Médica, Técnico de Enfermagem Intervencionista, Enfermeiro Intervencionista, Médico Regulador e Intervencionista e Condutor de Veículos de Emergência).

Agora, resta saber se a Prefeitura de Osasco vai agendar nova data ou se as pessoas que deixaram de fazer a prova serão prejudicadas. Vale lembrar que o governo do prefeito Rogério Lins investiu na divulgação deste processo seletivo, com outdoors e anúncios na imprensa local.

Até o fechamento desta matéria, a Prefeitura de Osasco não havia divulgado uma nota oficial sobre o problema. A reportagem do Portal Região Oeste solicitou esclarecimentos, mas não obteve resposta até o momento.

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