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Em defesa dos bancos públicos

ivonecapa2
portalregiaooeste
março10/ 2018

O Sindicato dos Bancários realizou, em 2017, diversas audiências públicas em defesa dos bancos públicos, entre elas em Osasco, Embu das Artes, Carapicuíba, Barueri e São Paulo.

Com objetivo de apresentar as consequências do desmonte e privatização dos bancos públicos, capitaneados pelo governo Temer, para os municípios do estado de São Paulo. “Os bancos públicos auxiliam no acesso à casa própria, barateando a comida e apoiando os pequenos empresários. São fundamentais para o país por conceder crédito em áreas que não interessam ao mercado privado e operacionalizar políticas públicas. O ataque a essas instituições representa um ataque à classe trabalhadora. É muito importante que os bancários e toda a sociedade se mobilizem na defesa dos bancos públicos.”, afirma a presidenta do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e região, Ivone Silva.

Desde que Temer assumiu o poder, conforme o sindicato, o Banco do Brasil e Caixa já eliminaram mais de 15 mil postos de trabalho e fecharam centenas de agências. Além disso, segundo a entidade, a direção da Caixa está reduzindo departamentos responsáveis pelas funções sociais do banco, como FGTS, os programas sociais, habitação e gestão com municípios.

Osasco
Apenas em 2016, em Osasco a Caixa financiou 1.630 residências da faixa 1 (renda familiar até R$ 1.800), totalizando R$ 109 milhões, pelo programa Minha Casa, Minha Vida. Já o Bolsa Família, operado pela Caixa, pagou em 2017 um total de R$ 39,9 milhões, beneficiando 20.396 famílias no município.

Com recursos administrado também pela Caixa, o Fundo Municipal de Saúde – que reserva verbas para vigilância e saúde; gestão do SUS; atenção básica de média e alta complexidade hospitalar; assistência farmacêutica e investimentos – recebeu R$ 86 milhões em 2016.

Na cidade, o Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação), administrado pelo BB, teve repasses de R$ 23,6 milhões em 2016. Já o FPM (Fundo de Participações de Municípios), também administrado pelo BB, recebeu R$ 54,5 milhões.

 

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