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Instituto realiza debate sobre o autismo na adolescência e fase adulta

portalregiaooeste
novembro15/ 2017

O IDGT (Instituto de Desenvolvimento de Gestão, Tecnologia e Pesquisa em Saúde e Assistência Social) promoveu na quarta-feira, 8, em Caraguatatuba, a palestra “Análise do comportamento aplicada e a intervenção com adolescentes e adultos com TEA”. O evento foi realizado no Ciapi (Centro Integrado de Atenção à Pessoa com Deficiência e ao Idoso), com apoio da Prefeitura. O psicólogo Henrique Costa Val, mestre em psicologia experimental – análise do comportamento, do Grupo Método, foi o palestrante.

O tema central da palestra foi o autismo na adolescência e na fase adulta. É muito comum encontrar pesquisas e outros materiais que tratam do autismo na infância. Mas quando se trata da adolescência o assunto não é um muito difundido. “Nessa palestra, enfatizamos a importância da seleção de objetivos mais funcionais para jovens e adultos com TEA (Transtorno do Espectro Autista). É preciso preparar este indivíduo para sua inserção nos serviços da cidade”, explicou Costa Val.

O autismo refere-se a uma série de condições caracterizadas por desafios com habilidades sociais, comportamentos repetitivos, fala e comunicação não-verbal, bem como por forças e diferenças únicas. Sabemos agora que não há um autismo, mas muitos tipos, causados por diferentes combinações de influências genéticas e ambientais.

O termo “espectro” reflete a ampla variação nos desafios e pontos fortes possuídos por cada pessoa com autismo. Os sinais mais óbvios do Transtorno do Espectro Autista tendem a aparecer entre 2 e 3 anos de idade. Em alguns casos, ele pode ser diagnosticado por volta dos 18 meses. Alguns atrasos no desenvolvimento associados ao autismo podem ser identificados e abordados ainda mais cedo. Recomenda-se que os pais com preocupações busquem uma avaliação sem demora, uma vez que a intervenção precoce pode melhorar os resultados.

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