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Assembleia em dia de aula garante falta abonada ao professor

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Jucelene Oliveira
fevereiro11/ 2019

Texto: Diretoria do Sinprosasco

Na primeira rodada de negociação da Campanha Salarial 2019 na Educação Básica, realizada em 24/01, o sindicato patronal mostrou que ainda está sob o impacto da bem sucedida mobilização que a categoria mostrou no ano passado: pela união dos professores, a convenção coletiva foi duramente defendida e os donos de escola tiveram que aceitar a manutenção dos direitos já garantidos sem qualquer corte de férias, recesso ou bolsa de estudos, como queriam.

Embora tenha começado a todo vapor, é preciso que o professor tenha claro de que a Campanha Salarial é um momento de ação coletiva, de união da categoria, que se constrói a partir da organização nos locais de trabalho – para discussões, troca de ideias, avaliações –, e culmina com a grande assembleia, que neste ano está marcada para o dia 14/02 às 9h (Sesi e Senai) e dia 28/02 às 10h (Educação Básica), ambas quintas-feiras, no endereço (Rua Monica Humacher Smith, 937 Vila Campesina – Osasco).

Este ano as assembleias serão durante a semana, em dia de aula, e a falta do docente à escola será abonada pelo sindicato. Na assembleia, o Sinprosasco fornece o atestado de participação aos professores presentes, que deve ser apresentado à escola para o pagamento do dia de trabalho.

Por que realizar a assembleia em dia de aula? Para que mais e mais docentes participem. Isso porque o que for discutido e decidido nesse encontro é deliberado a toda categoria e define o conjunto de direitos que garante a relação de trabalho do docente na escola. Professor, não falte!

Não se pode perder de vista que o abono de faltas para participação em assembleia é também uma conquista que nasceu da mobilização da categoria e está garantido na Convenção Coletiva. É lei! Mais um item importantíssimo da CCT que assegura o direito de reunião dos professores com o sindicato.

Entretanto, exercer esse direito nem sempre é tarefa simples. Temos conhecimento de que existe pressão em algumas escolas, às vezes truculenta e em outras, sutil, mas não menos eficaz. Quem nunca ouviu frases como “nessa escola, os problemas são resolvidos diretamente entre direção e corpo docente”, ou ainda “aqui, os direitos são respeitados” ou então “esta é uma escola diferenciada”. Isso precisa ser enfrentado com muita conversa entre os professores.

A Federação dos Professores de São Paulo – Fepesp protocolou ainda em novembro do ano passado (06/11), a pauta de reivindicações de professores e de auxiliares de administração escolar para a Campanha Salarial 2019 aos representantes das escolas da Educação Básica na rede privada de São Paulo e das escolas do Sesi/Senai no Estado.

Além das pautas de reivindicações, a Fepesp e o Sindicato dos Professores protocolaram documento requerendo às escolas o respeito ao preceito constitucional de liberdade de cátedra. No documento, pede-se às escolas “adotar as medidas necessárias para que não ocorra qualquer forma de represália a professoras e professores por parte de escolares, familiares, bem como das próprias instituições de ensino, quanto à condução pedagógica das aulas em seus estabelecimentos”.

O Sinprosasco orienta que os professores usem intervalos ou marquem um momento e um local específicos para discutir a participação nas assembleias. É importante a participação e a força da categoria! Consulte vídeo institucional disponível em nossa página no Facebook para saber mais.

Para saber mais, acesse nosso site: www.sinprosasco.org.br/noticias/boletim-sindical-campanha-salarial-2019 e nos siga nas redes sociais: www.facebook.com/sinprosasco/ e www.instagram.com/sinprosasco/. Adicione seu número nos nossos grupos de WhatsApp.

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Jucelene Oliveira – Redação Sinprosasco

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